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Para as pessoas que lutam diariamente contra a balança, perder peso vai além de um desejo estético, é a busca por uma vida mais saudável.

De acordo com a Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção de Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) de 2018, divulgada pelo Ministério da Saúde, apresentou que a obesidade é uma realidade para 18,9% dos brasileiros.

O sobrepeso atinge mais da metade da população, totalizando 54%. Entre os jovens, a obesidade cresceu 110% em 10 anos (entre 2007 a 2017). Índice que desperta atenção, pois foi quase o dobro da média nesta faixa etária, 60%.

No entanto, o crescimento foi menor nas faixas de 45 a 54 anos (45%), 55 a 64 anos (26%) e acima de 65 anos (26%).

Resultados que mostram uma realidade preocupante. Hoje, a alimentação dos jovens encontra-se desregulada comparada com as faixas etárias entre 45 a 65 anos – idades que tiveram uma alimentação mais saudável, sem tanta inserção de produtos industrializados.

Diante deste cenário, para algumas pessoas a cirurgia bariátrica é uma opção para perder peso e ter uma vida mais saudável.

Apesar de ser um tema de grande conhecimento, ainda surgem dúvidas sobre a cirurgia bariátrica.

Confira os principais mitos e verdades: 

  • Ganhar peso é um caminho para ser indicado a cirurgia bariátrica?

Mito: Se uma pessoa está acima do peso e não possui obesidade, mas encontra dificuldade para emagrecer, engana-se pensar que adquirindo 10, 15 kg ou mais será liberada para a realizar a cirurgia bariátrica.

Além de precisar ter um acompanhamento médico para essa liberação, poderá colocar em risco a sua própria vida.

  • A cirurgia bariátrica possui maior risco que outras cirurgias?

Mito: A cirurgia bariátrica possui o mesmo índice de riscos de complicações igual a qualquer outro procedimento cirúrgico abdominal. Por isso, é sempre indicado ter um acompanhamento médico antes, durante e pós-operatório.

  • Qualquer pessoa que esteja acima do peso pode fazer a cirurgia bariátrica?

Mito: Segundo o Ministério da Saúde, a cirurgia é indicada para pacientes com idade acima de 16 anos que possui o índice de massa corpórea, o IMC, acima de 40 kg/m², com ou sem doenças associadas, como diabetes, hipertensão, e entre 35 e 40 kg/m², com doenças associadas.

  • O paciente emagrece mais nos primeiros meses pós-cirurgia?

Verdade: No início a redução de gordura é mais rápida e invasiva, com isso, é notório o emagrecimento rápido nos primeiros meses após a cirurgia bariátrica.

  • É necessário ter o acompanhamento psicológico antes e após a cirurgia?
    Verdade:
    A avaliação psicológica no início é importante para saber quais expectativas o paciente tem em relação à cirurgia. Após, também é essencial para acompanhar a nova vida que o paciente terá que adotar combatendo os hábitos que o levou a obesidade.

 


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Conviver durante anos com a obesidade é frustrante principalmente para quem não consegue se livrar dessa condição. A redução de estômago é a alternativa cirúrgica com indicação médica para casos extremos, mas muitas pessoas se questionam quanto ao valor do procedimento.

Assim como qualquer procedimento cirúrgico, a redução de estômago envolve custos relativos à internação no hospital. Entretanto, a cirurgia pode ser o único caminho para quem deseja recomeçar a sua vida sem a obesidade.

Custos da cirurgia bariátrica em planos particulares

Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, entre 2008 e 2016 houve um aumento de 163% na realização da cirurgia de redução de estômago no país. A maioria dos casos, contudo, é realizado a partir de planos particulares.

Em primeiro lugar, o paciente apto para realizar a cirurgia deve verificar se o seu plano de saúde cobre total ou parcialmente a cirurgia. Em alguns casos, por tratar-se de um problema de saúde, alguns planos chegam a cobrir os gastos na totalidade. Além disso, realizar a cirurgia dessa forma pode diminuir o tempo de espera para que ela aconteça.

Os gastos com a redução de estômago iniciam ainda antes do procedimentos. Eles envolvem consultas e exames no período pré-operatório, medicamentos, internação e demais custos hospitalares. Ainda mesmo depois da cirurgia, no pós-operatório, há gastos durante alguns meses com mais exames e acompanhamento médico de profissionais da área de nutrição, por exemplo.

Atualmente, o custo total de uma cirurgia de redução de estômago pode ficar entre R$ 20 mil e R$ 50 mil, dependendo do caso do paciente. Justamente devido ao valor, é importante que o paciente tenha certeza da indicação médica para a cirurgia. Além disso, é um pré-requisito que se tenha tentado outras alternativas de emagrecimento não-invasivas antes de recorrer ao procedimento. Assim, evita-se que o paciente invista uma grande quantia em algo que poderia ter sido resolvido de outra maneira e também não comprometeria a sua saúde.

Cirurgia bariátrica pelo SUS

O Sistema Único de Saúde (SUS) também cobre a realização de cirurgias, porém esse ainda não é um serviço completamente ampliado no Brasil. Embora o número de cirurgias desse tipo realizadas pelo SUS tenha tido um aumento de 13,5% no últimos anos, a estrutura ainda é deficiente. Além disso, a espera na fila pode demorar até quatro anos, o que se torna um fator de risco para muitos pacientes.

Apenas 2% dos pacientes aptos à cirurgia bariátrica conseguem ser contemplados pelo procedimento através do SUS. Isso acontece porque normalmente o SUS aprova apenas os casos de obesidade mórbida, não abrangendo os demais pacientes que necessitam da intervenção. Esse número liga um alerta importante, já que 20% dos brasileiros são obesos.

Quem pode fazer a cirurgia de redução do estômago?

É importante esclarecer que não é qualquer pessoa que pode fazer uma cirurgia com o intuito de emagrecer. Embora emagreça, de fato, a cirurgia bariátrica envolve muito mais do que é isso e é autorizada apenas para pacientes que tenham obesidade e ainda doenças associadas a ela.

Atualmente, pode realizar a cirurgia bariátrica quem tem o IMC superior a 40 – o que configura uma obesidade mórbida. Nos casos de IMC acima de 30, são autorizados à cirurgia os pacientes que tenham doenças como diabetes, hipertensão, depressão, problemas cardiovasculares, apneia do sono, entre outras.

A melhor forma de saber se é possível ou não realizar a cirurgia bariátrica é consultando-se com um profissional de qualidade. Ele solicitará exames e analisará o caso do paciente antes de qualquer indicação cirúrgica. Ainda, o paciente deve ter tentando por pelo menos dois anos outros métodos de emagrecimento que não tenham tido sucesso.


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O número de obesos no Brasil vem crescendo a cada ano. De acordo com o Ministério da Saúde, pesquisas indicam que o Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 30 – que caracteriza o início da obesidade – aumentou consideravelmente nos últimos dez anos. Assim, a cirurgia bariátrica surge como alternativa para se tentar devolver qualidade de vida aos pacientes nessa condição.

A Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica estima que cerca de 22% da população brasileira é obesa. Contudo, para realizar a cirurgia de redução de estômago é preciso passar por alguns processos anteriores, já que nem sempre o procedimento é indicado para todos os casos.

Quem pode recorrer à cirurgia bariátrica?

Antes de tudo é preciso salientar que a cirurgia bariátrica não é um procedimento que pode ser adotado simplesmente por quem deseja emagrecer. Estar insatisfeito com o seu corpo alguns quilos a mais não o habilita à cirurgia! Além de ser indicada apenas para quem tem IMC acima de 30, ainda é preciso obedecer alguns pré-requisitos.

Conforme consta no portal do Ministério da Saúde, a cirurgia bariátrica é indicada para indivíduos com IMC acima de 40. Já para quem possui IMC entre 30 e 39, a obesidade precisa estar associada a comorbidades, como o alto risco cardiovascular, diabetes, apneia do sono, entre outras.

Entretanto, em todos os casos é sempre indicado que a cirurgia seja a última alternativa do paciente. Ou seja, é solicitado que ele tenha passado pelo menos durante dois anos por outras formas de tratamento não-cirúrgicos para tentar emagrecer. Caso eles não tenham resultado, então o médico pode autorizar o paciente a recorrer à bariátrica.

Também em todos os casos acima é sempre importante que o paciente tenha acompanhamento psicológico e nutricional. Isso inclui uma rede de apoio de familiares ou amigos para dar suporte ao paciente e também uma mudança de hábitos na alimentação e sedentarismo.

Contraindicação

O Ministério da Saúde explica que a cirurgia de redução do estômago não é aconselhada em determinados casos, como em pacientes com limitação intelectual ou sem o suporte familiar necessário. Ainda, quem apresenta transtorno psiquiátrico também não deve realizar a cirurgia.

Pacientes com doença cardiopulmonar grave, hipertensão portal ou Síndrome de Cushing costumam ser impedidos de receber a indicação à cirurgia. Isso acontece por não possuírem um estado de saúde que suporte a intervenção cirúrgica, o que colocaria em risco as suas vidas.

Cirurgia bariátrica para adolescentes

Como a obesidade infantil apresenta um índice elevado no país – cerca de 18% -, a dúvida sobre a partir de qual idade a cirurgia bariátrica pode ser realizada é muito comum. Na verdade, o procedimento pode, sim, ser realizado em adolescentes, mas o mais indicado pelo Ministério da Saúde é de que a idade mínima seja de 16 anos.

No caso de menores de idade, a cirurgia deve ser indicada pelo médico somente quando a obesidade representar um risco de vida ao paciente. Já para quem possui menos de 16 anos, a indicação da cirurgia envolve um processo ainda mais complexo, contando com uma avaliação multidisciplinar para concluir se o procedimento é mesmo necessário.


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Indicada para pacientes com Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 40 ou entre 30 e 39 com determinadas condições, a cirurgia bariátrica pode ter diversas abordagens. A forma como a cirurgia irá decorrer deve ser decidida pelo cirurgião responsável de acordo com o caso do paciente. É importante que o paciente saiba, portanto, quais são os tipos de cirurgia bariátrica existentes.

Mais ou menos invasivos, os tipos de cirurgia reúnem características e métodos distintos, mas com o objetivo de auxiliar na perda de peso do paciente. Os quatro tipos mais conhecidos tornam-se uma alternativa somente quando o paciente já tenha tido tentativas de emagrecer anteriormente sem sucesso.

Banda gástrica

Essa é a técnica menos invasiva de cirurgia bariátrica. Durante o procedimento é colocada uma espécie de anel de silicone em volta do estômago. O objetivo do anel é diminuir o tamanho do estômago, o que resultará em menos ingestão de comida e, portanto, de calorias.

O método é reversível, porém como se trata de um corpo estranho no corpo do paciente, pode haver rejeição do anel. Além disso, em alguns casos a perda de peso com a banda gástrica pode não suficiente para o quadro do paciente.

Bypass gástrico

Ao falar do bypass gástrico já aborda-se um tipo mais invasivo de cirurgia bariátrica. No procedimento é retirada uma parte do estômago, sendo a parte restante posteriormente ligada ao início do intestino.

Ao se reduzir o estômago e conectá-lo ao intestino, o objetivo é diminuir o espaço para a comida e consequentemente para a absorção de calorias. A ligação faz com que o alimento não fique no estômago e ainda ajuda a diminuir o apetite do paciente, fazendo com que ele coma menos.

Conhecido ainda por Y de Roux, esse tipo de cirurgia de redução do estômago é o mais realizado no país. Isso se dá principalmente porque ele permite perder até 70% do peso original.

Gastrectomia sleeve

Também chamado de Gastrectomia Vertical, esse tipo de cirurgia remove parte do estômago do paciente, de 70 a 85% dele, para transformá-lo em um tubo estreito. A partir dessa abordagem, diminui-se a grelina, o hormônio associado ao apetite.

O procedimento pode ser realizado normalmente por laparoscopia. Para pacientes com pressão alta e doenças cardiovasculares, esse pode ser um tipo muito eficiente. O benefício principal dessa técnica é que mesmo removendo o estômago ela não afeta a absorção de nutrientes como ferro, cálcio e outros.

Derivação biliopancreática

Esse tipo de cirurgia bariátrica é o menos usual, justamente porque é recomendado em casos extremos para pacientes com IMC acima de 50. O método também baseia-se na remoção de boa parte do estômago, mas mantém a valva pilórica. Essa manutenção permite que o conteúdo gástrico possa passar ao duodeno, que é ligado diretamente ao final do intestino.

Essa ligação formada direto entre o duodeno e o intestino é chamada de switch duodenal. Além dele, é realizada a religação de parte do intestino à porção final. O resultado dessas alterações promove uma absorção menor de nutrientes, facilitando a perda de peso.

Como citado anteriormente, todos os tipos de cirurgia bariátrica somente podem ser indicados pelo médicos após outras tentativas de emagrecimento. Isso inclui mudança de hábitos alimentares e a prática de exercícios físicos rotineiramente.

Ainda, o paciente deve contar com um cirurgião especializado e que possa atendê-lo de forma a identificar o melhor tipo de cirurgia para o seu caso. Para isso, o médico deverá solicitar uma série de exames e avaliar individualmente o caso do paciente, já que não há um padrão exato.


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A Cirurgia Bariátrica é conhecida por também ser a Cirurgia de Obesidade ou de Redução do Estômago. Ela é denominada dessas formas justamente por se tratar de uma redução de estômago em pacientes que sofrem com a obesidade e possuem dificuldade para emagrecer através de outros métodos.

Como funciona a redução de estômago?

A cirurgia bariátrica pode ser realizada de diversos tipos. Eles diferem-se pelo método utilizado de acordo com o quadro de cada paciente. Entretanto, o objetivo em todos os tipos é o mesmo, buscando reduzir a quantidade de alimento ingerida ou a absorção deles.

Isso acontece justamente pela redução do estômago. Dessa forma, o paciente passa a ingerir menos calorias com o passar do tempo, o que causa o emagrecimento.

Tipos de Cirurgia Bariátrica

A Cirurgia Bariátrica, ou Redução de Estômago, pode ser realizada das seguintes formas:

  • Banda Gástrica Ajustável: realizada por videolaparoscopia onde um anel é colocado ao redor do estômago com o objetivo de aumentar ou diminuir a sua abertura.
  • Bypass gástrico: realizada por videolaparoscopia ou laparotomia com grampeamento. O estômago é separado em duas partes sendo a menor ligada ao intestino delgado. Isso reduz a quantidade de alimento ingerido e também a quantidade de nutrientes absorvidos.
  • Gastrectomia Vertical ou Sleeve: realizada por videolaparoscopia. Nela reduz-se o estômago a 1/3 do volume inicial. Assim, o apetite também reduz, já que na parte retirada está a grelina, hormônio que estimula a fome.
  • Derivação Biliopancreática: realizada por videolaparoscopia, sendo o tipo mais complexo. Retira parte do estômago e o conecta também em parte ao intestino delgado.
  • Balão Gástrico: método que infla um balão de silicone no interior do estômago para aumentar a sensação de saciedade. No entanto, não se trata de um procedimento cirúrgico.

Quem pode realizar a redução de estômago?

A redução de estômago é indicada para casos específicos. Quem deseja apenas perder alguns quilos porém não apresenta nenhuma complicação devido à obesidade, não deve recorrer ao método.

Os critérios para realizar a Cirurgia Bariátrica no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, obedecem indicações específicas. Ela é recomendada para pacientes com  IMC acima de 40kg, IMC acima de 35kg com comorbidades graves e IMC acima de 30kg/m2 associado a diabetes.

Qual é a perda de peso com a redução de estômago?

Por ser uma cirurgia ligada diretamente à perda do peso, a bariátrica causa muitas dúvidas sobre quanto o paciente irá reduzir no seu peso. Em geral, estima-se que há uma perda de até 60% do peso inicial em 2 anos após a cirurgia.

Contudo, para obter os resultados esperados, é necessário que o paciente siga corretamente todas as recomendações médicas no pós-operatório. Mesmo sendo uma cirurgia que reduz o estômago e, por consequência, o apetite, a bariátrica não terá resultado se o paciente não mudar o seu estilo de vida.

Além de ser fundamental um acompanhamento psicológico para lidar com as mudanças ao longo de todo o processo da cirurgia, o paciente deve concentrar-se em novas práticas saudáveis na sua rotina. Realizar atividades físicas, alimentar-se corretamente e evitar o uso de bebidas alcoólicas e cigarro são algumas das medidas mais importantes. 

De fato, a perda de peso só será efetiva com uma mudança completa. É preciso estar consciente da necessidade de um acompanhamento completo e uma nova rotina para que os resultados sejam duradouros.






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