"> Dr. Gustavo Fernandes, autor em Baricare - Dr. Gustavo Fernandes - Página 11 de 11
shutterstock_1686790084-1200x800.jpg

Há um leque de opções e quando se opta por realizar um procedimento cirúrgico para potencializar a perda de peso, os tipos de tratamentos podem ser maiores do que se imagina

Popularmente conhecida como redução de estômago, as cirurgias bariátricas promovem uma alteração no sistema digestivo para diminuir a quantidade de comida que o estômago consegue receber e assim, modificar o processo digestivo natural.

E um fato importante que nem todos que conhecem ou já ouviram falar sobre ela sabem, é que não há somente uma técnica para a sua realização aprovada no Brasil, mas quatro, são elas:

  • Bypass gástrico: também conhecido como gastroplastia com desvio intestinal em “Y de Roux”. Este procedimento é equivalente a 75% das cirurgias realizadas no país, é caracterizado por grampear o estômago para diminuir o espaço para os alimentos, contando também com um desvio intestinal, além de diminuir a produção dos hormônios da fome.
  • Banda gástrica ajustável: ao contrário do bypass gástrico, este procedimento (que pode ser reversível) não causa alterações à produção de hormônio, ele se dá através da instalação de um anel de silicone inflável ao redor do estômago, que possibilita o controle do esvaziamento do órgão ao apertá-lo, além de contribuir para o tratamento da diabetes.
  • Gastrectomia vertical: nesta cirurgia, retira-se entre 70% a 85% do estômago do paciente e além de ser nova, esta técnica é eficaz no controle da hipertensão e dos níveis de colesterol e triglicérides. Também reduz, entre outros, o hormônio da fome. Se falhar, o procedimento pode ser convertido em bypass gástrico ou derivação bileopancreáticas, contudo, é irreversível.
  • Derivação bileopancreáticas: esta técnica corresponde à junção da gastrectomia vertical com o desvio intestinal, proporcionando ao paciente uma perda inicial de 40% a 50% em relação ao peso inicial do paciente, já que o desvio feito promove uma diminuição na absorção dos nutrientes.

Também existe uma técnica de terapia auxiliar conhecida como balão intragástrico, que é realizada através de um implante de prótese de silicone por endoscopia e sua finalidade é reduzir a capacidade gástrica e promover saciedade.

Apesar de sua realização ser cada vez mais comum, a cirurgião bariátrica requer tratamentos individualizados e especializados antes, durante e depois de ser feita. O que reforça a importância de ser feita com um médico qualificado e experiente no assunto para avaliar o quadro do paciente cuidadosamente e designar qual destas é a opção será mais eficiente e que atenderá às necessidades da pessoa com mais assertividade.

Veja também: Emagrecimento através de Bariátrica – Quanto custa o procedimento?

Siga o Dr. Gustavo Fernandes nas Redes Sociais.


shutterstock_1578013153-1200x892.jpg

Nos últimos 5 anos, o aumento no número de operações realizadas no Brasil foi de quase 90%, porém, no mundo todo, somente 1% das pessoas aptas a passarem pelo procedimento realmente o fazem, afirmam estudos

O Ministério da Saúde, juntamente com a Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), realizou uma pesquisa que exibe mais da metade da população brasileira (55,7%) com excesso de peso e doenças provenientes da obesidade. Um quadro que explica o aumento na busca por cirurgias bariátricas no país.

O procedimento é avaliado como uma eficaz opção de tratamento para pessoas com Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 40 e que apenas com a reeducação alimentar e exercício físico não foram capazes de emagrecer.

A bariátrica também pode ser indicada para pacientes que possuem graus menores de obesidade (IMC de 30 a 35) mas que tenham condições médicas relacionadas à obesidade, que podem causar risco de vida à pessoa.

Contudo, uma questão que sempre é levantada, é se uma cirurgia desse porte não deveria ser indicada somente em último caso. De fato, não há como a responder de forma generalizada uma vez que, ao designar ao paciente sua aptidão para se submeter à bariátrica, uma série de fatores precisa ser levada em consideração.

E não é somente sobrepeso que torna o indivíduo um candidato real ao emagrecimento através da cirurgia, mas são:

  • Não ter respondido a tratamentos para a perda de peso em um período mínimo de 2 anos;
  • Não possuir transtornos psicológicos sem controle;
  • Não ser usuário de drogas e álcool;
  • Estar disposto a enfrentar as mudanças e riscos que a cirurgia irá oferecer;
  • Não ter entre 16 e 18 anos (período antes da consolidação das epífises de crescimento).

Ao corresponder a todos esses fatores – que estão entre os principais – e todos os outros pré-requisitos específicos para o seu caso, o paciente pode sim se submeter ao procedimento. Porém, é válido ter em mente que uma vida saudável, física e psicologicamente, é essencial para obter o sucesso desejado na bariátrica, não só após a sua realização, mas a longo prazo.

Assim, é possível concluir que, aliada a novos e bons hábitos, a cirurgia será sim, uma poderosa ferramenta para o emagrecimento, mas até chegarmos a ela, precisamos percorrer uma jornada que demandará dedicação e esforço total do paciente.

Veja também: Emagrecimento através de Bariátrica – Quanto custa o procedimento?

Siga o Dr. Gustavo Fernandes nas Redes Sociais.


shutterstock_444260920-1200x893.jpg

Controlar o peso pode ser benéfico na hora de engravidar e ainda reduzir o risco de complicações na gestação e desenvolvimento de doenças crônicas no feto

Atualmente, muitos dos benefícios de emagrecer e de ter uma vida saudável já se tornaram conhecimento geral na sociedade, mas o que pouca gente sabe é que a gravidez é uma dessas vantagens.

Segundo um estudo publicado pela revista científica “Fertility and Sterility”, seguir uma dieta equilibrada, aliada às práticas de atividades físicas, pode ajudar mulheres a realizarem o sonho de serem mães.

O estudo afirma ainda, que antes de realizar os tratamentos para engravidar, as pacientes devem fazer uma dieta, principalmente se o IMC (Índice de Massa Corporal) estiver maior que 35.

Isto se deve ao fato de que pacientes com o IMC dentro do recomendado não precisam de tantas medicações para estimular seus ovários, comparadas as que possuem IMC aumentado. Além do fato de que, para algumas pacientes, os desiquilíbrios hormonais – que podem ser resolvidos com o emagrecimento – podem ser o impedimento de uma futura gravidez.

Mulheres obesas podem desenvolver uma série de complicações na gestação, como hipertensão, diabetes gestacional, aborto espontâneo e até mesmo parto prematuro.

Esses problemas gestacionais podem ocorrer devido a programação fetal, que trata da influência que o ambiente uterino tem sobre o desenvolvimento do feto.

Em pacientes obesas, a taxa de risco para que o filho desenvolva doenças quando for mais velho são maiores. Entre elas estão:

  • Cardíacas;
  • Crônicas;
  • Diabetes tipo II;
  • Síndromes metabólicas.

Vale ressaltar também que o excesso de peso para os homens interfere na fertilidade, já que reduz o nível de dois hormônios importantes: a testosterona e o estradiol, que podem comprometer a produção de esperma.

Está mais do que claro que estar dentro do peso e seguir uma rotina de hábitos saudáveis ultrapassa os fins estéticos. É importante contar com o apoio de profissionais qualificados e um tratamento multidisciplinar para chegar ao peso ideal e realizar sonhos com saúde, como a gravidez.

Veja também: Emagrecimento através de Bariátrica – Quanto custa o procedimento?

Siga o Dr. Gustavo Fernandes nas Redes Sociais.


shutterstock_555956572-1200x800.jpg

Uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde com pessoas maiores de 18 anos nas capitais brasileiras, apontou que o número de obesos aumentou 60% em 10 anos, o que representa 20% da população atual

O brasileiro está mais obeso e o crescimento da obesidade entre a população pode ser considerado uma das causas para o aumento de pessoas diabéticas e hipertensas, além das doenças crônicas não-transmissíveis, que têm impacto negativo na qualidade de vida e uma das maiores causas de morte no Brasil.

Dados do Ministério da Saúde mostram que a obesidade cresceu 60% em 10 anos, o que representa 20% da população atual.

Esse grande crescimento na taxa de pessoas obesas no país, também se deve a mudança nos hábitos alimentares da população nos últimos anos, como a diminuição da ingestão de ingredientes considerados tradicionais na alimentação brasileira, como o feijão, por exemplo.

A pesquisa afirma ainda que somente 1 entre 3 adultos consomem frutas e hortaliças regularmente. O que apresenta claramente a transição alimentar que o Brasil está vivenciando, já que antes era marcado pela desnutrição e agora encontra-se no ranking dos países que possuem altas prevalências de obesidade na população.

Entre os fatores que desencadeiam a obesidade, são os mais comuns:

  • Histórico familiar de obesidade;
  • Não praticar ou praticar exercícios físicos com pouca frequência;
  • Maus hábitos alimentares;
  • Problemas psicológicos, como ansiedade e depressão;
  • Doenças subjacente, como o diabetes tipo 2, por exemplo.

Mais da metade dos brasileiros está acima do peso, o que indica um quadro em que a população em geral se mostra menos preocupada com a saúde e com a importância de ter bons hábitos alimentares, situação preocupante visto que pessoas obesas possuem mais chances de desenvolverem doenças, como as cardiovasculares e diabetes, que se não tratadas podem até mesmo levar a óbito.

Primordialmente, é importante ter em mente que se preocupar com a obesidade vai além de fins estéticos, mas sobre qualidade de vida e saúde, por isso, realizar o acompanhamento com especialistas periodicamente é imprescindível em todas as fases da vida.

Veja também: Emagrecimento através de Bariátrica – Quanto custa o procedimento?

Siga o Dr. Gustavo Fernandes nas Redes Sociais.


shutterstock_696173899-1200x800.jpg

Dados da OMS mostram que o problema no Brasil é ainda pior que no mundo. Enquanto a taxa mundial de pacientes com doença está em 2,6% da população, no Brasil 4,7% das pessoas têm compulsão

Sente vontade de comer mesmo sem estar com fome e normalmente sua relação com a comida está relacionada aos seus sentimentos? Você pode ter compulsão alimentar.

A doença é um dos principais fatores para o desencadeamento da obesidade e pode se desenvolver por vários fatores, entre os principais: dietas restritivas demais, estresse, ansiedade, comer por conforto emocional, entre outros.

As principais características da compulsão alimentar são:

  • Comer rápido demais;
  • Comer sem fome;
  • Comer já saciado;
  • Comer escondido;
  • Sentir-se triste ou culpado por comer demais;
  • Comer para “aliviar o estresse”.

Se engana quem acha que a compulsão alimentar está restrita a um pequeno grupo de pessoas. De acordo com dados da OMS (Organização Mundial de Saúde) 2,6% da população mundial vive com compulsão alimentar. Se a incidência da doença já é alta em todo o mundo, no Brasil é ainda mais preocupante, com 4,7% das pessoas compulsivas por comida.

Além da mudança de hábitos é preciso considerar que outros problemas psicológicos podem acarretar a compulsão e a consequente obesidade, como ansiedade, estresse, depressão e outros.

Por isso, nesses casos, se faz muito necessário o tratamento multidisciplinar, com profissionais de diferentes especialidades trabalhando em conjunto para que o paciente supere o quadro compulsivo, como endócrino, psicólogo, nutricionista e outros.

Além dos problemas psicológicos, em alguns casos, pacientes com sistemas hormonais alterados podem ter compulsão alimentar como compensação de prazer e energia.

Se você percebeu que pode ter desenvolvido compulsão alimentar, procure um médico. Não ignore os sintomas, nem ache que a internet vai dar a solução para o seu tratamento. Quanto antes você tratar o seu problema com a comida, mais cedo poderá estabelecer uma relação saudável com os alimentos, sem desenvolver a obesidade.

Lembre-se sempre: comemos para viver, não vivemos para comer.

Veja também: Emagrecimento através de Bariátrica – Quanto custa o procedimento?

Siga o Dr. Gustavo Fernandes nas Redes Sociais.


shutterstock_1615018774-1200x800.jpg

No Brasil, a ausência de sono é mais comum do que se imagina. Pesquisas da Associação Brasileira do Sono apontam que 73 milhões de pessoas sofrem com problemas para dormir, quantia equivalente a 36,5% da população total

Dormir bem e emagrecer são um desafio para você? Essas ações podem ter ligação e se juntas, podem atrapalhar o seu emagrecimento.

Especialistas afirmam que a ausência de sono, além de outros malefícios, desregula os hormônios que controlam a fome. Isso ocorre quando a pessoa dorme menos do que 8 horas, tempo recomendado para um sono de qualidade.

Um sono de má qualidade faz com que os níveis de leptina, que reduz o apetite, caiam, enquanto os níveis de grelina, que estimula o apetite, cresçam – o impacto negativo no apetite e no gasto energético, dificulta o emagrecimento.

Além disso, quem dorme em torno de 4 horas por noite – quantidade considerada muito abaixo da necessária – sente uma vontade de comer alimentos calóricos maior do que pessoas que dormem bem, como os ricos em carboidratos, como doces, massas e outros.

Um outro fator que contribui fortemente para que quem sofre com esse mal engorde, é que estas se tornam mais propensas a serem pouco ativas fisicamente, já que o corpo humano utiliza o período de sono para recompor e acumular energia, assim, o gasto energético é menor, retendo as calorias adquiridas ao longo do dia.

Existem outros fatores para o sono ruim: ansiedade, estresse, depressão, menopausa, medicamentos específicos, má alimentação, entre outros.

Então, fica a dica: durante seu processo de emagrecimento, analise a qualidade do seu sono. Se você dorme mal, primeiramente é preciso identificar qual a causa e procurar ajuda de médicos especialistas para que o problema seja tratado efetivamente e consequentemente, uma boa rotina de sono favoreça o emagrecimento.

Contudo, é importante ressaltar que um estilo de vida saudável, aliando atividades físicas, uma alimentação adequada e acompanhamento psicológico, pode, além de proporcionar bem-estar, melhorar a qualidade do sono.

Lembre-se: um descanso de qualidade é fundamental para uma vida de qualidade!

Veja também: Emagrecimento através de Bariátrica – Quanto custa o procedimento?

Siga o Dr. Gustavo Fernandes nas Redes Sociais.


shutterstock_1765111667-1200x800.jpg

Uma etapa fundamental no tratamento da obesidade, a avaliação psicológica, é fator decisivo para que o emagrecimento aconteça de maneira saudável no corpo e na mente

Muita gente acha que para fazer uma cirurgia bariátrica é só chegar na clínica, marcar o procedimento e pegar o atestado do cardiologista e anestesista, contudo, não é bem assim…

Para garantirmos o emagrecimento de forma saudável no corpo e na mente, a avaliação psicológica é uma parte fundamental no tratamento da obesidade.

Nesse sentido, ao longo dos preparativos para a realização da bariátrica, uma equipe de profissionais estará responsável pelo acompanhamento integral do paciente, incluindo um psicólogo que, acompanhará de perto a pessoa e suas necessidades individuais para entender mais sobre seu estilo de vida e os pontos que precisarão ser trabalhados antes, durante e depois da realização cirúrgica.

Ao longo dos tratamentos, muitos pacientes nos questionam sobre a possibilidade de renunciarem à etapa psicológica, por se sentirem preparados e “imunes” a qualquer problema mental que o procedimento pode acarretar. Sempre que isso acontece aqui no consultório, negamos essa possibilidade e explicamos o quanto a bariátrica vai mudar a vida do paciente, não só no corpo, mas também na cabeça. Após a cirurgia, o paciente pode sofrer com alguns problemas psicológicos, como:

  • Depressão ou alterações de humor;
  • Falta de apoio familiar;
  • Ansiedade em comer compulsivamente.

Por isso é fundamental o acompanhamento de um profissional especializado. Não existe um padrão específico, mas geralmente, todos os pacientes precisam de apoio psicológico no decorrer do processo de emagrecimento.

Ao longo do tratamento, destacamos o fator decisivo da reeducação alimentar para que doenças físicas e psicológicas sejam minimizadas. Testes como o de personalidade e inventários de humor fazem parte do processo psicológico avaliativo para a cirurgia bariátrica. Através dessas ferramentas, é possível adquirir as respostas necessárias para que o acompanhamento, apoio e o melhor caminho sejam designados para o paciente.

Vale ressaltar que para a realização de uma cirurgia deste porte, o cuidado com a mente é tão necessário como com o corpo. Bariátrica eficaz e segura tem avaliação psicológica e tratamento multidisciplinar. Fique de olho!

Veja também: Emagrecimento através de Bariátrica – Quanto custa o procedimento?


a-woman-holding-her-belly-fat.jpg

Certamente, se você pesquisa temas relacionados a cirurgia bariátrica já encontrou informações sobre possíveis complicações que esse procedimento cirúrgico pode causar.

Vale ressaltar que a cirurgia bariátrica é como qualquer intervenção cirúrgica, sendo assim, passível de complicações.

De acordo com dados de especialistas, a chance de sucesso de uma operação bariátrica hoje em dia, sem óbito, é de 99,85% em centros de excelência e realizada por profissionais qualificados.

O índice de complicações severas, que requerem alguma intervenção, seja por meio de tratamento clínico ou mesmo nova operação, é pequeno, por volta de 1 a 2%. Com o acesso laparoscópico, aperfeiçoamento dos materiais e treinamento das equipes cirúrgicas, esse número é pequeno.

Via de regra, as complicações são relacionadas à quantidade e gravidade das doenças associadas. As enfermidades que acompanham a obesidade, como o diabetes tipo 2, apneia do sono dentre outras, reforçam a indicação operatória e compensá-las antes das cirurgias é importante para menores índices de complicações.

Principais complicações nos procedimentos bariátricos e metabólicos são:

  • Vazamentos de costuras (chamada fístula);
  • Embolia pulmonar;

Neste artigo vamos destacar os sintomas da fístula!

A fístula é quando ocorre um “vazamento” do conteúdo do estômago ou intestino para dentro da cavidade abdominal. De todas as complicações que existem relacionadas à cirurgia, esta é a mais temida pelos cirurgiões.

A fístula, normalmente ocorre, nos primeiros dias pós-cirurgia, sendo assim, o paciente encontra-se internado, o que ajuda bastante na identificação imediata.

Os sintomas mais comuns são:

  • Agitação;
  • Dor abdominal;
  • Aumento da frequência cardíaca.

A opção de tratamento clínico, cirúrgico ou endoscópico vai depender da avaliação médica. Por isso, é de estrema importância o acompanhamento qualificado e profissional, antes, durante e pós-operatório.


convite-site.png

A Baricare convida para uma palestra informativa, aonde serão prestadas informações e esclarecimentos sobre a Cirurgia Bariátrica.

As vagas são limitadas. Preencha o formulário abaixo e garanta sua vaga:

Erro: Formulário de contato não encontrado.






Contate-nos

Entre em contato agora

Entre em contato conosco agora mesmo! Nós vamos te auxiliar sobre todos os detalhes a respeito da cirurgia bariátrica


TELEFONE

Ligue agora!

(12) 3346-0356

(12) 3346-0359

(12) 99145-7897



VISITE-NOS

Av. Nove de Julho, 685, sala 73,

12243-000 – São José dos Campos



Sobre nós

A BariCare é uma empresa especializada em cirurgia bariátrica, tratamento global da obesidade mórbida, no preparo pré operatório e seguimento do paciente, e outras especialidades. Possuímos diversos profissionais qualificados que trabalham juntos há anos, fornecendo todo apoio que o paciente precisa.



Diretor Técnico Responsável

Dr.Gustavo Fernandes

CRM-SP 121.237

BariCare – Dr. Gustavo © Copyright 2018 Clínica de Cirurgia Bariátrica | Desenvolvido por: Espalhando


baricare