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A cirurgia contribui para o aumento da ovulação da mulher

A obesidade causa diversos impactos negativos na saúde de homens e mulheres, tais como problemas cardiovasculares, diabetes, entre outros. A doença é causada pela ingestão calórica maior do que o gasto energético, o que impacta negativamente em diversas áreas da saúde- dentre elas, a saúde reprodutiva feminina. As mulheres obesas tendem a sofrer com a infertilidade, já que o excesso de peso pode afetar diretamente no ciclo menstrual (as células de gordura ajudam a diminuir a produção dos óvulos). Além disso, os pacientes com obesidade apresentam desequilíbrio hormonal, o que também pode ser uma das causas da infertilidade. Por isso, a cirurgia bariátrica é uma alternativa para controlar a obesidade, doenças originadas do excesso de gordura e também pode trazer resultados positivos para as mulheres que desejam engravidar.

Após a cirurgia, a perda de peso pode gerar alterações hormonais positivas e o aumento da libido, facilitando a gravidez. Por isso, a cirurgia é recomendada antes da gestação. No entanto, é necessário que a mulher fique atenta aos cuidados de gravidez pós-bariátrica. Conforme dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), é preciso que a mulher aguarde no mínimo um ano para tentar engravidar. Antes desse período, a gestação pode ser prejudicada pela perda acelerada de peso, trazendo riscos ao bebê. Para não engravidar antes do período estipulado pela equipe médica, é necessário utilizar métodos contraceptivos que não sejam administrados através da via oral, já que o estômago não será capaz de absorver os hormônios da pílula anticoncepcional.

Um estudo apresentado em 2022 no Congresso Europeu de Obesidade na Holanda afirma que mulheres que engravidam poucos meses após a cirurgia podem dar à luz a bebês pequenos, com peso abaixo do esperado. Isso acontece por conta da baixa absorção de nutrientes pela mãe, causada pela cirurgia. As mulheres que fazem o procedimento de bariátrica também apresentam maior risco ter um bebê com hipoglicemia e infecções, causados pela falta de nutrientes e baixo peso. Já quem espera mais tempo após a cirurgia para engravidar, tem riscos significativamente mais baixos de dar à luz a um bebê abaixo do peso.

Ao pensar em engravidar, a mulher deve estar preparada psicologicamente para perceber o aumento no volume da barriga e os números da balança subindo novamente, já que é natural o ganho de peso causado pela gestação. Por isso, é muito importante que a paciente faça o acompanhamento médico integrado, com cirurgião bariátrico, psicólogo e nutricionista. Desta forma, a equipe pode orientar o momento certo de engravidar, seja sob o critério de recuperação do corpo ou da mente.

A bariátrica é um procedimento importante para aumentar a fertilidade de mulheres obesas, além de afetar positivamente o período de gravidez, pois o procedimento ajuda a reduzir os riscos de pré-eclâmpsia e diabetes gestacional. No entanto, a mulher deve estar ciente dos riscos gerados pela gestação nos primeiros meses após a cirurgia. Para ter a certeza do melhor momento para engravidar e garantir a saúde do bebê, o ideal é consultar uma equipe integrada especializada em cirurgia bariátrica.


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O relatório público do Sistema Nacional de Vigilância Alimentar e Nutricional, apontou que até setembro de 2022, mais de 340 mil crianças foram diagnosticadas com obesidade.

Pessoas diagnosticadas com obesidade mórbida são indicadas para a cirurgia bariátrica, mas este procedimento não é recomendado para crianças por conta dos riscos envolvidos. O Sistema Único de Saúde (SUS), permite sua realização a partir dos 16 anos; já na rede particular, é permitido a partir dos 14 anos.

A primeira opção de tratamento para obesidade infantil, recomendada pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, é uma mudança no quadro nutricional e de atividades físicas da criança, tornando-as regulares e equilibradas. Isto porque, normalmente, a obesidade infantil é causada por problemas comportamentais, mentais ou genéticos, e o tratamento enquanto cirurgia, vai cuidar somente do sintoma e não da raiz do problema.

Caso a primeira opção não faça efeito, é possível analisar novas alternativas, como cirurgias menos invasivas para oferecer mais segurança ao paciente. A cirurgia bariátrica oferece alguns riscos tanto em adultos quanto em crianças, como: anemia, náuseas, diarreia, dores abdominais e gases, além de cicatrizes permanentes.

Quando a criança se encontra com a obesidade grau três, a equipe médica pode considerar a bariátrica, se os riscos forem menores do que conviver com a obesidade que, futuramente, pode desencadear outras doenças. Na avaliação, todas as fases são levadas em consideração, como o pós- operatório e o acompanhamento vitalício com a equipe multidisciplinar.

Com a comprovação destes riscos, é possível que o poder judiciário aceite que crianças menores de 14 anos possam realizar o procedimento bariátrico, em casos muito graves e específicos. Como já aconteceu em Curitiba, com uma criança de 11 anos que pesava mais de 200kg.


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O procedimento pode promover impactos além da obesidade, já que causa alterações hormonais benéficas para o paciente

A obesidade é uma doença crônica capaz de originar diversas doenças metabólicas por conta da inflamação das células. A síndrome metabólica é uma delas – composta por um conjunto de fatores que trazem riscos para a saúde do paciente, ela é a causadora da resistência à insulina, dificultando o metabolismo da glicose. A não-metabolização da substância é justamente a causadora de outras patologias, como doenças cardíacas, hipertensão, diabetes, esteatose hepática, entre outras relacionadas.

A concentração do excesso de peso na região abdominal é um agravante para contrair a síndrome. Por isso, a bariátrica se tornou uma alternativa para auxiliar não só na perda de peso do paciente, mas também no tratamento da doença, já que o procedimento contribui para o aumento da qualidade de vida, diminuindo o risco de agravamento das doenças correlacionadas. As doenças cardíacas, associadas à síndrome, são a principal causa de morte natural do mundo.

Mas a bariátrica não impacta somente no tratamento da síndrome metabólica. A cirurgia também é indicada para pacientes que sofrem com diabetes tipo 2, pois existem situações em que a deficiência metabólica da glicose é exclusivamente pancreática.  Nesses casos, a bariátrica é capaz de atuar diretamente no aumento da produção de hormônios que combatem a deficiência de insulina no sangue.

A técnica mais recomendada para combater os efeitos das doenças que compõem a síndrome metabólica é o Bypass Gástrico, que agiliza o processo de digestão através do acesso entre o início e fim do intestino. O procedimento também é responsável por aumentar a produção de insulina, auxiliando no processo metabólico e também contribuindo para o controle da diabetes tipo 2.

Os riscos oferecidos pela síndrome metabólica são graves e silenciosos, podendo levar à morte. A hipertensão, doença associada à síndrome, pode causar um Acidente Vascular Cerebral (AVC), que é a principal causa de morte no Brasil. Somente em 2020, o AVC foi o responsável pela morte de 102.812 brasileiros.

A bariátrica é um procedimento importante para prevenir ou impedir o avanço da síndrome. Portanto, é importante que o paciente que sofre com essa doença procure uma clínica especializada e verifique se o procedimento é indicado para sua condição.


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Ela pode diminuir a taxa de mortalidade em idosos trazendo benefícios

A bariátrica oferece maior qualidade de vida aos pacientes que estão acima do peso, esse resultado também funciona para as pessoas acima de 60 anos. A Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, estabeleceu a idade de 100 anos como limite para um paciente realizar a cirurgia, mas cabe ao cirurgião analisar, de forma individual, o caso.

A avaliação pré-operatória para pacientes nessa faixa etária é muito mais rigorosa. Os riscos e benefícios devem ser pesados, o método cirúrgico mais apropriado é determinado e a aprovação da geriatria e gerontologia são necessárias. A operação nesses pacientes exige mais critérios para indicação e a equipe multidisciplinar deve ser maior.

Segundo a médica endocrinologista Jacqueline Rizzolli, um paciente que já passou por vários infartos, acidente vascular cerebral ou passou por algum câncer recente, deve ter atenção redobrada e uma avaliação mais a fundo, considerando que são critérios que aumentam o risco cirúrgico.

Dados divulgados pelo Ministério da Saúde mostraram que entre 2006 e 2019, o número de pessoas idosas obesas aumentou em 6,9%. A cirurgia bariátrica, além de tratar a obesidade, reduz o risco de condições relacionadas ao coração, como diabetes, hipertensão e hiperlipidemia.

Uma pesquisa feita nos Estados Unidos, realizada pela Medicare (seguro de saúde norte-americano), em pessoas obesas e maiores de 65 anos, apontou que a taxa de mortalidade foi reduzida em 60%, a insuficiência cardíaca em 79% e taxa de infartos em 80%.

Essa cirurgia traz muitos benefícios aos pacientes com idade avançada, principalmente a alta na qualidade de vida, mas não devemos generalizar, cada caso é um caso e os corpos possuem suas condições e limitações individuais. É necessário procurar um especialista para acompanhar seu tratamento e realizar todos os exames necessários para o pré-operatório.


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Este procedimento é realizado quando um cirurgião precisa voltar a operar um paciente que já passou pela bariátrica, por apresentar alguma complicação

A cirurgia revisional é feita em casos de complicações após a cirurgia bariátrica, como refluxos gástricos e retorno da obesidade. Segundo o Centro de Controle da Obesidade, cerca de 5% dos pacientes voltam a ganhar peso após o tratamento, isso pode acontecer por falta de cuidados do operado, durante o pós-operatório, como não mudar a alimentação, não praticar exercícios físicos e não fazer acompanhamento nutricional.

Os principais motivos do procedimento revisional são a melhora nutricional, nos pacientes desnutridos ou com déficits nutricionais e vitamínicos, para tratar úlceras, fístulas gastrogástricas, Dumping e oclusões intestinais. No tratamento destas complicações, o paciente deve retornar para a equipe multidisciplinar, que possui nutricionista, psicólogo/psiquiatra e endocrinologista, e retornar às atividades adequadas, como atividades físicas regulares. Imediatamente, deve ser iniciada uma anamnese e alguns exames como endoscopia e hemograma. Com o resultado dos exames, o paciente pode ser indicado para um tratamento clínico e descartar a necessidade de uma cirurgia revisional.

Para cada tipo de bariátrica, é recomendado um tipo de revisional, por exemplo:

Método sleeve: refazer o procedimento, afinando mais o estômago;

Banda gástrica: pode retirá-la e realizar uma gastroplastia, como by-pass ou o próprio sleeve;

Bypass: pode ser completamente refeita, aumentando ou diminuindo o desvio intestinal;

Fobi-Capella: retirar o anel e aumentar ou diminuir o tamanho do pouch gástrico;

Gastroplastia bypass: ela pode ser revisada e transformada para o tipo SAD-S (bypass duodeno-ileal de anastomose única com gastrectomia vertical).

É importante lembrar que a cirurgia revisional é um procedimento cirúrgico como qualquer outro, necessita de todos os cuidados pré e pós-operatórios e é preferível que seja realizado com um profissional de confiança, que já conhece o seu caso. A cirurgia é realizada em último caso, quando todos os tratamentos clínicos são descartados e o paciente está em situação de urgência. Pode ser feita através da cirurgia laparoscópica ou robótica, por um cirurgião experiente.


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Ansiedade e depressão são uma das principais causas da obesidade

A obesidade, apesar de ser uma doença, pode ter surgido também como sintoma de alguma condição psicológica. Uma pesquisa feita pela Revista Brasileira de Terapias Cognitivas, mostrou que fatores como o ambiente familiar, falta de apoio emocional ou experiências traumáticas podem afetar o emocional do ser humano, desencadeando doenças psicológicas, que tem como um de seus sintomas a compulsão alimentar.

Segundo a psicóloga Andrea Vieira, qualquer alteração emocional pode interferir no relacionamento do indivíduo com a comida. Alguns a tratam como uma válvula de escape, uma forma de lidar com medos e frustrações do dia a dia ou obter algum tipo de prazer.

Problemas psicológicos podem levar à obesidade e a obesidade pode trazer mais problemas psicológicos, é um ciclo vicioso. Problemas como isolamento social, desvalorização própria, falta de interação, baixa autoestima e aversão do próprio corpo, são fatores que afetam pessoas com obesidade, levando-as à depressão e ansiedade, podendo resultar, até mesmo, o suicídio.

É importante entender e enxergar a raiz do problema, do contrário, de nada adianta um tratamento para a obesidade, quando ela está como sintoma. Para isto, o acompanhamento psicológico é essencial para tratar, de fato, o início desta condição. Após a cirurgia, o psicólogo continua trabalhando para que o paciente aceite a nova autoimagem, se adapte melhor aos novos hábitos e lide com as recaídas da ansiedade e depressão.

Quando um paciente decide passar pela cirurgia bariátrica, o psicólogo precisa fazer parte do corpo clínico. No pré-operatório, esse profissional entende e começa a trabalhar questões como a depressão ou ansiedade. Após o procedimento, esse acompanhamento deve ser vitalício, considerando que se as questões emocionais não forem tratadas, a pessoa pode voltar a engordar. Antes de fazer essa escolha, procure um profissional capacitado que te apresente uma equipe multidisciplinar completa, para acompanhar de perto todo o seu tratamento.


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É normal surgirem dúvidas e inseguranças antes da cirurgia, por isso, respondemos algumas das perguntas mais frequentes

  • A cirurgia bariátrica é segura?

Com o avanço da tecnologia, esse procedimento atingiu um patamar alto, se tornando uma das técnicas mais seguras e menos invasivas. A taxa de letalidade dessa cirurgia gira em torno de 0,2%, segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica. É mais arriscado permanecer obeso e vir à óbito por complicações da doença do que falecer durante ou após a cirurgia.

 

  • Quem pode fazer a cirurgia bariátrica?

O padrão é de que os pacientes que possuem IMC acima de 40, podem realizar o procedimento. Pacientes com IMC acima de 35 e comorbidades, também poderá realiza-lo, além dessas condições, ele deverá ter, no mínimo, 2 anos de tentativa de tratamento para obesidade e 18 a 65 anos de idade.

 

  • Minha alimentação vai mudar após a cirurgia?

Sim. O paciente precisará de uma reeducação alimentar e mudar a quantidade de alimentos ingeridos, pois ele pode voltar a engordar. Terão como novas opções consumir alimentos mais nutritivos e menos calóricos, não será necessário restringir alimentos, e sim, diminuir a quantidade.

 

  • Quanto peso posso perder com a cirurgia?

É comum que o paciente perca entre 30 a 40% do peso que ele possuía. Exemplo: uma pessoa que possuía 120kg perderia em torno de 36 a 48kg, ficando entre 72 a 84kg.

 

  • Posso engordar novamente mesmo após a cirurgia?

Sim. Para que isso não aconteça, é necessário que o paciente aceite a reeducação alimentar e se esforce para isso. A efetividade do tratamento pós-cirúrgico, depende do aprendizado do paciente e de sua disciplina.

 

É importante ressaltar que cada caso é um caso e cada paciente possui sua individualidade, por isso, o acompanhamento médico é necessário. Em caso de dúvidas, procure um especialista.


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Faça esses quatro passos e afine a sua cintura! Quantas vezes podemos ver anúncios como esse tipo de conteúdo, principalmente nas redes sociais e em plataformas de vídeo? Pacientes com sobrepeso ou obesos são bombardeados com essas informações como se a solução para a saúde pudesse ser apenas com uma fórmula mágica.

O que esses anúncios não falam é que cada paciente reage de uma forma para cada estímulo, além desses métodos serem duvidosos e não terem embasamento científico que comprove a eficácia.

É difícil nos embasarmos em achismo quando o assunto é saúde, para iniciar um tratamento adequado é preciso conhecer o histórico do paciente, analisar o caso e identificar comorbidades para que assim, sejam evitados riscos de complicações ou até morte.

O indicado é que o paciente procure métodos com embasamento científico e aprovados pelo Conselho Federal de Medicina, como é o caso da bariátrica. Essa cirurgia é indicada para pessoas com o resultado de IMC acima de 35 associado à comorbidades ou IMC acima de 40.

Para os candidatos à bariátrica, é preciso procurar um cirurgião especialista em cirurgia do aparelho digestivo e fazer acompanhamento com a equipe multidisciplinar.


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Depois da bariátrica, as sobras de pele podem permanecer, o que gera incômodo em muitos pacientes. Mas calma, porque isso tem solução.

A cirurgia plástica pós-bariátrica é um procedimento que repara as deformidades ocasionadas pela intensa perda de peso, o que possibilita a volta da autoestima para aqueles que passaram por esse processo.

O recomendado é que o paciente aguarde pelo menos um ano após a bariátrica para realizar o procedimento reparador. Além de retirar o excesso de pele, a cirurgia também modela o corpo, o que deixa a região com um aspecto natural.

Para esse e outros tipos de cirurgias, lembre sempre de procurar médicos qualificados. Procure por indicações e analise os procedimentos já realizados pelo profissional.


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É muito comum surgirem dúvidas sobre o período após a cirurgia, principalmente referente à alimentação. Por isso, é muito importante se informar sobre esse assunto com o seu médico ao realizar o procedimento.

Nos primeiros dias após a cirurgia, a dieta precisa ser líquida. Depois dessa etapa, a alimentação volta ao normal gradativamente, mas claro que com uma nova rotina.

É fundamental que o paciente adquira novos hábitos alimentares. Isso contribui não só para o propósito da bariátrica, mas também para uma recuperação sem complicações.

O paciente não deixará de comer o que já comida antes, apenas passará por uma reeducação alimentar. O propósito é se alimentar com refeições mais nutritivas e menos calóricas. Por fim, lembre-se: siga as orientações do seu médico e tire todas as suas dúvidas.






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