"> Dr. Gustavo Fernandes, autor em Baricare - Dr. Gustavo Fernandes - Página 7 de 11
shutterstock_1122487724-1200x800.jpg

Com sintomas que geram grande desconforto, a síndrome de dumping não acomete todos os pacientes bariátricos.

 

Ao fazer um procedimento bariátrico o paciente precisa ter mudanças nos hábitos alimentares, evitando exageros, alimentos muito açucarados e gordurosos. Essas medidas são importantes para ter um emagrecimento saudável e evitar a síndrome de dumping.

Conhecida por ser uma sensação temida pelos pacientes, a síndrome de dumping acontece devido a passagem rápida de alimentos com grande concentração de gorduras e açúcares do estômago para o intestino.

Alimentos ricos em gorduras como óleos vegetais e carnes gordurosas ou carboidratos simples como doces, mel, leite condensado, geleias, refrigerantes e chocolates, podem ser causadores dessa síndrome.

São sintomas: cefaleia, sudorese, taquicardia, fraqueza, náusea e diarreia. Esses sinais podem ser apresentados 30 minutos após o consumo do alimento ou em até 3 horas da refeição.

Não são todos os pacientes bariátricos que desenvolvem a síndrome de dumping, os que são acometidos precisam evitar os alimentos que lhes causam mal e alguns hábitos adquiridos após o procedimento bariátrico podem evitar esse tipo de desconforto.

Mastigar várias vezes, comer devagar, fracionar as refeições em seis vezes ao longo do dia com menor quantidade de comida, consumir mais fibras e proteínas, além de evitar beber líquidos junto com alimentos sólidos podem ajudar a evitar a dumping.

Nos casos que os pacientes desenvolvem essa síndrome é preciso que o médico seja informado para fazer um tratamento adequado com restrições alimentares. Ter uma equipe multidisciplinar auxilia no sucesso do emagrecimento e na compreensão de qualquer sintoma.


shutterstock_1476150188-1200x801.jpg

A diabetes pode ser desenvolvida devido ao sobrepeso e obesidade, estimando-se que até 2045 o Brasil tenha 23,2 milhões de pacientes diabéticos.

Diabetes Mellitus é uma síndrome metabólica de origem múltipla resultado da falta de insulina ou da incapacidade desta de exercer de forma adequada seus efeitos. A insulina é produzida pelo pâncreas, sendo responsável por fazer a manutenção do metabolismo da glicose, a falta deste hormônio pode provocar déficit na metabolização levando a diabetes.

De acordo com a Federação Internacional de Diabetes há o crescimento desta doença em território brasileiro, o que coloca o país no ranking de nações que mais têm gastos devido ao tratamento desta patologia com custo estimado de 42,9 bilhões de dólares.

São cerca de 15,7 milhões de pessoas no Brasil que convivem com esta doença. Devido a ausência de sintomas em fase inicial a diabetes é difícil de ser diagnosticada.

Características e tipos

A principal característica dessa doença são as altas taxas de açúcar presente no sangue, existindo diferentes tipos de diabetes, sendo os mais comuns o tipo 1 que causa a destruição das células produtoras de insulina e o tipo 2 que é resultado da resistência a este hormônio e de deficiência na secreção do mesmo.

Durante a gravidez as mulheres podem desenvolver diabetes gestacional, quando a doença é diagnosticada pela primeira vez durante o período de gestação.

São sintomas desta doença vontade de urinar diversas vezes, fome e sede de forma frequente, perda de peso, fraqueza, fadiga, mudança de humor, náusea, vômito, infecções frequentes, visão embaçada, dificuldade em cicatrizar feridas, formigamento nos pés e furúnculos.

Obesidade e diabetes

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, estima-se que 90% dos pacientes diabéticos no mundo sejam tipo 2, apesar dos fatores hereditários, o sobrepeso e obesidade também influenciam no desenvolvimento desta patologia.

Quando fora de controle a diabetes apresenta riscos para diferentes partes do corpo, como os olhos, fígado, rins, coração e sistema vascular. Sendo de extrema importância o tratamento desta doença.

Para pacientes obesos com IMC acima de 35 já associado a diabetes é indicado a cirurgia bariátrica, para que o emagrecimento e a adequação a novos hábitos auxiliem no tratamento desta patologia.

Buscar uma equipe especializada e que tenha foco no tratamento adequado para cada paciente faz diferença no processo de emagrecimento.


shutterstock_1916373707-1200x800.jpg

A mudança de hábito começa antes da bariátrica e deve ser levada para o resto da vida

Assim como qualquer cirurgia precisa de alguns cuidados no pós-operatório, a bariátrica também necessita de medidas para garantir o sucesso após o procedimento.

Existem diferentes tipos de procedimentos bariátricos, sendo os mais comuns no Brasil o método Sleeve e Bypass que são indicados para o tratamento da obesidade tanto de grau três quanto em pacientes de grau dois com outras comorbidades.

Com a redução de estômago há uma mudança na anatomia original que também reduz a capacidade de receber grande quantidade de alimentos. Por isso é importante respeitar alguns cuidados após a cirurgia.

Cuidados

Há duas formas de fazer a cirurgia bariátrica, por laparoscopia e aberta. Os cuidados nos primeiros dias podem variar de um método para outro, isso porque a cirurgia aberta precisa de mais tempo em repouso, o médico também pode indicar o uso de cinta ou faixa para esses pacientes.

A nutrição e hidratação tem que ser adequadas respeitando a nova capacidade do estômago. É preciso consumir dois litros de líquidos por dia, mas devem ser bebidos em pequenas porções ao longo das 24 horas, sendo 50 ml a cada 30 minutos. Durante 15 dias só é permitido ingerir líquidos.

Após a grande perda de peso, pode haver excesso de pele, é necessário ter cuidado com dermatite e micose, sendo indicada a cirurgia para retirar a sobrepele.

O sobrepeso tem uma forte relação com questões psicológicas e emocionais, por isso é importante ter acompanhamento com psicólogos antes e depois do procedimento.

Ter cuidados com os níveis de vitaminas no organismo é essencial após a bariátrica, para isso é preciso fazer a suplementação de forma a ajudar na prevenção de anemia.

Mastigar os alimentos várias vezes devagar sem engolir grandes pedaços evita que estes parem no trato digestivo causando vômitos.  Refrigerantes também precisam ser evitados durante os seis primeiros meses, devido ao gás que pode gerar estufamento e sensação de mal-estar.

Evitar alimentos açucarados, que podem gerar picos de insulina, e gordurosos que contribuem para o desenvolvimento da síndrome de dumping.

O acompanhamento médico é necessário antes e depois da bariátrica para garantir um emagrecimento saudável para o paciente.


shutterstock_213411127.jpg

Dietas da moda prometem perda rápida e em grande quantidade de peso influenciando na saúde de seus praticantes

A cada dia surge uma nova dieta na mídia, ditando fórmulas mágicas para perder peso de forma rápida e sem precisar de acompanhamento médico. Normalmente essas dietas são pouco qualificadas, pois são feitas com base no senso comum e baixo nível de evidências médicas ou acadêmicas.

Elas dificultam a assimilação e provocam alterações desnecessárias na alimentação, além de potencializar efeitos prejudiciais ao organismo do paciente.

A adesão às dietas milagrosas é de curto tempo, já que a forma de alimentação e estilo de vida não condiz com a realidade do indivíduo. Se feitas por um longo período podem causar deficiências nutricionais e potenciais riscos à saúde.

Alimentação

Ao venderem dietas com a promessa de que consumir apenas determinado alimento leva ao emagrecimento cria-se uma ilusão. Alguns alimentos podem contribuir para a melhora da saúde ou ter efeito no metabolismo, mas nenhum por si só consegue suprir todas as necessidades de nutrientes para uma vida saudável.

Consumir alimentos variados in natura e minimamente processados de forma adequada em quantidade e qualidade contribui para hábitos alimentares saudáveis. Buscar ajuda nutricional faz parte da mudança de hábitos quando a meta é perder peso.

De acordo com o Ministério da Saúde, não é recomendável aderir a dietas sem indicação médica e acompanhamento.

Em casos de pacientes obesos com IMC (Índice de Massa Corporal) maior que 40 ou sobrepeso com IMC maior que 35 acompanhado por doenças como diabetes, colesterol alto, hipertensão, hérnia de disco, gordura no fígado é indicado fazer a bariátrica.

O processo de emagrecimento da bariátrica começa antes da cirurgia, com acompanhamento de uma equipe multidisciplinar. Na BariCare contamos com um cirurgião especialista em aparelho digestivo, nutricionistas, endocrinologista e psicóloga para auxiliar na adesão de novos hábitos alimentares, de atividades físicas e amparo emocional.


shutterstock_1362209711.png

Doença contribui para acúmulo de gordura em órgãos e piora inflamações

A obesidade é uma doença que afeta diferentes partes do corpo devido ao excesso de peso acumulado. Podendo contribuir para o desenvolvimento de comorbidades como diabetes, hipertensão, doenças cardíacas, danos físicos e cerebrais.

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde) obesidade é uma doença crônica, sendo um problema de longa duração que pode resultar em morte precoce.

Isso porque o tecido adiposo que acumula gordura produz hormônios e outros fatores que contribuem para a piora do processo inflamatório. Quando há um aumento excessivo nessa produção causa inflamação constante, interferindo na função de diversos órgãos.

Partes do corpo mais afetadas

A obesidade pode afetar o corpo como um todo, mas tem maior interferência nos principais órgãos e partes físicas.

Essa doença gera inflamações nos vasos sanguíneos, favorecendo o acúmulo de placas de gordura, que enrijecem e estreitam as veias e artérias. Exigindo que o coração trabalhe mais devido ao aumento da pressão arterial. Esses fatores podem resultar em insuficiência cardíaca ou infarto devido a possível obstrução dos vasos.

Devido ao estreitamento dos vasos sanguíneos aumenta o risco de AVC (Acidente Vascular Cerebral), podendo acontecer em casos que o fluxo sanguíneo no cérebro é interrompido ou drasticamente reduzido, por causa do entupimento da veia ou rompimento de um vaso no órgão.

Pessoas obesas também têm maiores chances de desenvolver transtornos psicológicos como depressão e compulsão.

O acúmulo de gorduras pode acontecer em diversos órgãos como fígado, pâncreas e pulmões. Isso interfere no bom funcionamento do sistema corporal, causando alterações metabólicas como resistência à insulina, aumento da quantidade de açúcar no sangue e a probabilidade de desenvolver diabetes.

A gordura acumulada no tronco cria barreiras mecânicas que dificultam a expansão dos pulmões durante a inspiração, reduzindo a capacidade respiratória, o que leva a falta de ar e fadiga, com propensão a desenvolver asma e apnéia.

Obesidade também é fator contribuinte para problemas nas articulações, como joelhos, quadril e coluna. Devido ao processo inflamatório constante que podem levar a lesões articulares e desgaste na cartilagem, desenvolvendo osteoartrite.

Cuidados para a vida

A obesidade pode ser tratada quando o paciente se compromete em mudar os hábitos alimentares e passa a fazer atividades físicas.

Para casos de obesidade mórbida ou quando o acúmulo de peso já está agregado a outras comorbidades é indicado fazer a bariátrica. Buscar uma equipe que acompanhe o processo de emagrecimento e oriente sobre os cuidados necessários contribui para o sucesso do tratamento.


shutterstock_187173539-1200x800.jpg

Doença já pode ser considerada epidemia no Brasil com 41,2 milhões de brasileiros com mais de 18 anos obesos

A obesidade que por muitos é vista apenas como estilo de vida para a medicina é considerada doença crônica que afeta pessoas do mundo inteiro. Sua principal característica é o acúmulo excessivo de gordura corporal.

De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) 96 milhões de brasileiros adultos estão com sobrepeso, correspondendo a 60,3% da população maior que 18 anos e nos Estados Unidos esse público passa a marca dos 64% dos estadunidenses.

Causa e sintomas

Essa doença tem como causa a alimentação inadequada e de forma excessiva. Com a abundância do consumo de alimentos e a falta de atividade física há o acúmulo de gordura corporal.

Quando as roupas passam a ficar apertadas, a balança a ser inimiga apresentando uma quantidade elevada de peso, surgimento de episódios de apneia do sono, dificuldade de movimentar-se, cansaço frequente e distúrbios no ciclo menstrual são alertas do corpo representando indícios de obesidade.

Diagnóstico

Essa doença é diagnosticada de acordo com o IMC (Índice de Massa Corporal) do paciente. O cálculo consiste em dividir a quantidade de quilos pelo quadrado da altura em metros de cada pessoa.

Quando o resultado é entre 30 e 34,9 kg/m² o paciente tem obesidade leve, o nível moderado é com IMC de 35 a 39,9 kg/m² e a grave ou mórbida é diagnosticada quando o IMC é maior que 40 kg/m².

Riscos

A obesidade pode ser fator de risco para o desenvolvimento de outras patologias, isso porque aumenta a probabilidade de desenvolver hipertensão, diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares.

Problemas físicos também podem ser agregados à obesidade como artrose, pedra na vesícula, refluxo esofágico, artrite, tumores de intestino e de vesícula. Além de mexer com a autoestima, podendo causar depressão e outros transtornos emocionais.

Tratamento

Assim como qualquer outra doença a obesidade precisa ser tratada. É necessário procurar um médico especialista que acompanhe o paciente durante todo o tratamento.

Para pacientes com obesidade mórbida ou com IMC acima de 35 associado a outras comorbidades a cirurgia bariátrica é indicada como forma de tratamento. Buscar uma equipe qualificada e experiente faz a diferença no processo de emagrecimento.


shutterstock_1433535833-1.jpg

Durante um período de dois meses e meio o paciente bariátrico precisa respeitar as etapas de alimentação

 

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, existem quatro fases nutricionais antes da alimentação regular. Juntas podem durar de oito a dez semanas.

Seguir cada etapa de acordo com as orientações médicas garantem a adequação de nutrientes e calorias necessários para uma boa recuperação e perda de peso no pós-operatório bariátrico.

Fases

Conhecida como etapa dos líquidos claros, a primeira fase tem duração de 24 a 48 horas. Com alimentação totalmente líquida em temperatura ambiente, sem uso de açúcares, com o mínimo de valor calórico, sendo ingerido de 1800 ml a 2000 ml por dia. É sugerido o consumo de água, chá claro, água de coco e suplemento proteico líquido.

Na segunda fase ainda são consumidos alimentos líquidos e isentos de açúcar, o diferencial é que entre o período de duas a quatro semanas os alimentos podem ter mais textura do que anteriormente. Sendo indicado o consumo de iogurte líquido sem gorduras ou açúcares, suco de frutas natural coado, bebidas com soja e suplemento proteico líquido. Deve ser consumido 2 litros por dia.

A terceira fase é conhecida como dieta pastosa, com ingestão de alimentos moles como purês e vitaminas de leite com frutas. Nesta etapa, que dura de duas a quatro semanas, devem ser escolhidos os alimentos com mais proteínas e continuar a suplementação proteica.

Como quarta e última fase está a dieta branda, que requer alimentos de textura modificada e que exigem o mínimo de mastigação. Esta dieta é a etapa de transição, por isso os alimentos devem ser amassados, misturados ou em forma de purês.

Após o cumprimento de todas essas etapas e avaliação médica, o paciente pode passar para a dieta regular. Em todas as fases o consumo de alimentos deve respeitar a tolerância do paciente e as orientações da equipe médica que acompanha o caso.


shutterstock_1080392243-1-1200x800.jpg

A constipação faz parte da realidade de alguns pacientes após procedimentos cirúrgicos.

Pacientes obesos já possuem uma maior probabilidade de desenvolver problemas intestinais. Devido as cirurgias bariátricas reduzirem o volume do estômago e a quantidade de alimentos consumidos pode haver alguns efeitos no funcionamento do intestino no pós-operatório.

É comum o intestino ficar preso após qualquer cirurgia, isso porque os pacientes devem fazer jejum antes do procedimento, o que dificulta o movimento das fezes no intestino.

Motivos

A constipação no pós-operatório além de ser influenciada pela diminuição do consumo de alimentos, também é causada devido a tendência do paciente ficar acamado sem prática de exercício físico e o corpo sentir estresse após o procedimento.

O uso de anestésicos durante a cirurgia e de medicamentos para dor no pós-operatório podem diminuir os movimentos peristálticos intestinais e gerar retenção de gases.

Soluções

Fazer caminhadas curtas ajudam a prevenir e tratar a constipação, o mais importante é informar ao médico que acompanha o caso e seguir as orientações, sendo que o paciente sempre deve procurar auxílio da equipe médica.


shutterstock_1789576337-1200x675.jpg

Acompanhamento psicológico tem influência no processo de reeducação alimentar

 

Você já parou para pensar o quanto sua alimentação tem dependência emocional? Nem sempre se faz uma refeição por necessidade fisiológica, há momentos que aquele chocolatinho é consumido só porque o dia está estressante. É um hábito comer em todas as ocasiões de comemoração ou nos momentos de tristeza.

Consumir alimentos sem sentir fome está associado ao emocional e que pode gerar compulsão alimentar sendo reflexo de ansiedade. A baixa autoestima e obesidade podem ser fatores influentes nos transtornos alimentares.

Quando a aparência é sinal de desgosto muitas pessoas apelam para a comida em busca de conforto para suprir uma necessidade psicológica. Além de ser um mau hábito, descontar na comida é uma solução a curto prazo, isso porque o efeito de prazer será temporário.

Acompanhamento

Buscar ajuda profissional faz parte da mudança de hábitos, quando o paciente conta com uma equipe médica completa disposta a ajudá-lo tanto psicologicamente quanto de forma física há uma maior chance do tratamento ser eficaz.

Por ser de conhecimento dos profissionais da saúde os maus hábitos de alimentação associados ao emocional, quando o paciente busca a cirurgia bariátrica é necessário acompanhamento de diferentes profissionais focados no mesmo resultado para que o paciente consiga perder o excesso de peso e estar com o psicológico saudável.

As mudanças de hábito que contribuem para o emagrecimento também podem auxiliar no autoconhecimento. Os resultados da bariátrica, quando acompanhados por especialistas, podem ter ganhos emocionais e bem-estar psicológico.


shutterstock_1717832635-1-1200x800.jpg

Bypass mostra-se melhor método para cirurgia bariátrica em pacientes com refluxo gástrico

 

De acordo com dados da Bariatric Outcomes Longitudinal Database, estudo para avaliar resultados a médio e longo prazo das cirurgias bariátricas, apenas 16% dos pacientes obesos que apresentavam refluxo gástrico antes do método Sleeve demonstraram melhora no quadro de refluxo. Já para os pacientes operados através do método Bypass a melhora foi observada em 63% dos operados.

Os pacientes obesos têm maior probabilidade de ter refluxo devido a elevada pressão intra-abdominal. A melhora dessa patologia após a Bypass vem do desvio intestinal e da redução da pressão do estômago.

Doença do Refluxo Gastroesofágico

A Doença de Refluxo Gastroesofágico ou DRGE acontece quando o ácido estomacal, alimentos, outros conteúdos do estômago ou líquido biliar (nesse caso conhecido como refluxo alcalino) voltam ao tubo digestivo por causa da fraqueza da musculatura entre o estômago e o esôfago.

O líquido ácido irrita a parede do esôfago e causa DRGE, tendo como principais sintomas azia, regurgitação, perturbação do sono, dor no peito, podendo comprometer as cordas vocais e gerar complicações respiratórias.

Deve ser diagnosticada a Doença de Refluxo antes da cirurgia bariátrica através da endoscopia. Após o resultado do exame, a avaliação médica deve guiar a escolha do método para operação.






Contate-nos

Entre em contato agora

Entre em contato conosco agora mesmo! Nós vamos te auxiliar sobre todos os detalhes a respeito da cirurgia bariátrica


TELEFONE

Ligue agora!

(12) 3346-0356

(12) 3346-0359

(12) 99145-7897



VISITE-NOS

Av. Nove de Julho, 685, sala 73,

12243-000 – São José dos Campos



Sobre nós

A BariCare é uma empresa especializada em cirurgia bariátrica, tratamento global da obesidade mórbida, no preparo pré operatório e seguimento do paciente, e outras especialidades. Possuímos diversos profissionais qualificados que trabalham juntos há anos, fornecendo todo apoio que o paciente precisa.



Diretor Técnico Responsável

Dr.Gustavo Fernandes

CRM-SP 121.237

BariCare – Dr. Gustavo © Copyright 2018 Clínica de Cirurgia Bariátrica | Desenvolvido por: Espalhando


baricare